5 vezes que Mandy Moore mostrou ser Namoradinha da América:
Ela cresceu ao olhos do público, praticamente compartilhou o fim da sua infância com o início da sua adolescência em frente às câmeras. Seu talento precoce a fez ser uma das quatro princesas pop do fim dos anos 90. O público a admirava platonicamente ou a via como um exemplo a ser seguido, porque tinha características que simbolizavam mais um lado meigo, um típico sonho americano. Veja agora um dos motivos para que ela seja lembrada com o título de Namoradinha da América.
Mandy sempre esbanjou talento e carisma em tudo o que se propôs a fazer, incluindo as vilãs em sua carreira de atriz. Não importa o quanto as patricinhas Lana Thomas (O Diário da Princesa) e Hilary Faye (Galera do Mal) eram insuportáveis, todo mundo amava a versatilidade de Mandy.
(Naquela época nem era tão comum que meninas que começassem a carreira como cantoras, tivessem trabalhos conciliados com a carreira de atriz, pois, de certa forma, já era bastante difícil lidar uma coisa e outra. No caso da Mandy, ambas as carreiras a ajudaram a conquistar uma maior visibilidade. Inclusive, ela já ganhou diversos prêmios do público em ambas as carreiras).
3- Não ter medo das mudanças:
Sejam as mudanças no cabelo, devido aos personagens ou a nova era musical, seja as mudanças no seu estilo sonoro, como, por exemplo, o Coverage, Mandy provou que estava pronta para tomar as rédeas e decisões sobre ela mesma, sem se importar se isso seria aprovado pela maioria. Isso a fez ganhar mais admiradores, de diferentes idades. Até aqueles que ainda a viam como mais uma "cópia da Britney".
Mandy sempre foi engajada em causas sociais, como apoio a luta contra o câncer infantil e o câncer de colo de útero, além de fazer campanhas sobre a conscientização da Malária e sobre denunciar a violência contra a mulher. Os comerciais em que ela aparecia sempre causavam uma influência positiva. Em uma de suas entrevistas para revistas adolescentes dos anos 2000, ela encorajou as pessoas a fazerem uma lista de '60 coisas para se fazer antes dos 30', depois que apresentou os seus sessenta desejos. (Inclusive a lista se encontra aqui no blog).
5 - Compor o que queria cantar:
Em 2007, Mandy mostrou o ápice da sua maturidade, iniciada na era Coverage e, presenteou seu público com o Wild Hope, compondo todas as faixas e mostrando mensagens que queria cantar. Desilusões amorosas, desligamento de amizades, empoderamento feminino, amor sob a ótica adulta, entre outros temas, foram abordados num processo de autoconhecimento, ao escrever o disco mais coeso e que conta uma historinha para todos aqueles enfrentando problemas de adultos. O disco teve críticas mistas a positivas, mas também estreou em 30 na Billboard, considerando a sonoridade independente, foi uma posição descente na qual fora lançado. O público que Mandy conquistou não tinha a mesma quantidade, mas ainda assim, permanecia qualitativo. Se o Wild Hope fosse lançado nos dias atuais, seria um álbum audiovisual, sem sombras de dúvidas. Aqui, o público que a viu crescer, não deixou de amar e apoiá-la numa decisão extremamente perspicaz.
Existem diversos outros motivos para Mandy ser uma Namoradinha da América. Diga aqui nos comentários um de seus motivos. :)
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